jan 12 2011

Institui o Dia do Quadrinho Nacional no Município

pbh-brasao

Diário Oficial do Município

Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
Ano XVII – Edição N.: 3744
Poder Executivo
Secretaria Municipal de Governo

LEI Nº 10.071, DE 12 DE JANEIRO DE 2011

Institui o Dia dos Quadrinhos no Município.

O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei

Art. 1º – Fica instituído o Dia dos Quadrinhos, a ser comemorado, anualmente, no dia 30 de janeiro.

Art. 2º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Belo Horizonte, 12 de janeiro de 2011

Marcio Araujo de Lacerda
Prefeito de Belo Horizonte

(Originária do Projeto de Lei nº 906/09, de autoria do vereador Paulinho Motorista)

Fonte: http://portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.do?method=DetalheArtigo&pk=1050684

out 27 2010

Quadrinhos na Academia – Paulo Ramos – 2010

quadrinhos-na-academia

Quadrinhos na Academia

Convidado: Paulo Ramos

Nação HQ e o Coletivo de Pesquisa em Quadrinhos da UFMG trouxeram para debate o jornalista e professor da UNIFESP, Paulo Ramos (http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/). Com o tema “Quadrinhos e Letras: um diálogo possível” a palestra ocorreu em outubro de 2010.

paulo_ramos

Paulo Ramos

Doutor em Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (2007) e professor adjunto do curso de Letras da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus Guarulhos. É graduado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo (1995) e em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003). Na imprensa, trabalhou na “Folha de S.Paulo” (1994-1995), na TV Tribuna, afiliada da TV Globo (1996-2001) e na TV Cultura (2001-2003). Foi também consultor de língua portuguesa da “Folha de S.Paulo” e do portal UOL (2006-2008). Como docente, atuou na USP-Leste (2004), no cursinho Singular-Anglo (1991-2009) e nos cursos de Jornalismo e Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo (2004-2009). É autor de “Bienvenido – Um Passeio pelos Quadrinhos Argentinos” (Zarabatana, 2010), “A Leitura dos Quadrinhos” (Contexto, 2009), co-organizador de “Muito Além dos Quadrinhos – Análises e Reflexões sobre a Nona Arte” (Devir, 2009) e de “Quadrinhos na Educação – Da Rejeição à Prática” (Contexto, 2009). Também é co-autor de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Contexto, 2009, 3 ed., 3 reimpr.).

Tema:  Quadrinhos e letras: um diálogo possível.

Mediação: Adriane Sartori, professora da Faculdade de Letras.

Mesa: Daniel Werneck, professor da Escola de Belas Artes.

Video streaming by Ustream

abr 12 2010

71 Anos de Lançamento da Revista Gibi

cartaz-gibi

INTRODUÇÃO

A revista Gibi não foi a primeira revista em quadrinhos do Brasil, nem foi a “maior” revista em termos de importância. poderia soar ofensivo a grandes publicações como O Tico Tico e Era uma Vez…, que ajudaram a consolidar as publicações de hqs em nossa terra.

Mas seu lugar na história dos quadrinhos no Brasil estava garantido já na primeira década em que a revista do grupo Globo circulou. A palavra gibi, “moleque” ou “negrinho”, competia com a Mirim (do tupi, e que significa pequeno) de Adolfo Aizen. Ambas eram diretamente vinculadas aos jornais de seus proprietários (O Globo e A Nação) cujo significado original remetia pejorativamente.

Antes de avançarmos, vale a pena verificar alguns dos significados atribuídos à palavra gibi. Esse retorno histórico é necessário pois o uso desta palavra está restrita, ainda que conste em alguns dicionários de Portugal, conforme poderemos ver a seguir (mas sem apresentar uso corrente). Continue reading